sábado, 28 de março de 2015

Discorrendo sobre o Conhecimento...

Conhecimento Teórico e Conhecimento Prático

Existem várias vertentes que buscam explicar o conhecimento, busca que na maioria das vezes tem por finalidade condições melhores para o aprendizado. Os dicionários definem conhecimento em geral como: “Ato ou efeito de conhecer”, ou seja, ver e memorizar. Tomando essa definição como base, é possível dizer que algumas vertentes em relação ao conhecimento perdem sentido. Falamos daquelas que dizem que o conhecimento só se faz possível com a experimentação, por exemplo, um jovem que nasce com paralisia. Ele certamente sabe o que é andar, pois já viu o que é, ou seja, não podemos dizer que ele não tem conhecimento do ato apenas porque ele nunca andou! E é aí que exponho a diferença entre o Conhecer e o Saber, conhecemos sem nem ao menos termos praticado, mas só sabemos por que praticamos.
Vistas essas colocações tomo autonomia para subdividir o conhecimento em teórico e prático! Quais desses dois tipos de conhecimento devemos possuir para nos qualificarmos como alguém que instrui alguém a algo? Ou devo ser possuidor de ambos os tipos de conhecimento? O que queremos? Apenas conhecer ou saber? Antes de tentarmos responder as essas questões, indico que busquemos conhecer os interesses condutores do conhecimento.
Esses interesses baseiam-se nos objetivos de determinados conhecimentos, e determinam a forma teórica ou prática como esses se darão. Alguns fins necessitarão da exemplificação prática do ensino, pré ou pós-exemplificação teórica, alguns se valerão apenas da prática, outros se farão suficientes com conhecimento teórico. Tendo alguns fins a necessidade teórica e prática, ou somente um ou outro, é de se afirmar que quem instrui deve ser possuidor de ambos os conhecimentos, visto que os processos de aprendizagem dos indivíduos são em sua maioria diferentes, por questões sociais, culturais ou biológicas.

H. Andrew

Elder Moura

Conhecimento e realidade


Somos seres ditos como superiores por termos a capacidade de obtermos algo que faz a diferença em nossas vidas que é o conhecimento, seres racionais capazes de pensar e raciocinar. Onde o conhecimento está ligado ao homem e sua realidade, onde assim o ser humano apodera-se do mesmo.  Ao depararmo-nos com uma sociedade que passa por transformações em todos os instantes temos que estar antenados e sempre atualizados no que se fala de conhecimento. A filosofia vem estudando esse contexto e questionando-o sobre o mundo, a natureza e o homem. Nós conhecemos o universo e grande parte daquilo que o compõem. Alguns estudiosos, filósofos acreditam que algumas coisas sejam ilusórias e que as coisas não passam de frutos da nossa imaginação. Outros que muitas coisas dependem das condições históricas, biológicas. Diante desses fatores o conhecimento está em grande parte de tudo aquilo que nos cerca e está em constate transformação.

O conhecimento parte de muitas interrogações, a pergunta está presente em toda a parte. Os filósofos buscam conclusões sobre a vida e tudo o que está inserido nela, ou seja no universo, ultrapassando os limites que a ciência estuda e impõe. Onde as ideais são raciocinadas em busca da verdade para que assim se tornem realidade.



Aline Gomes 
Leticia Lopes

Os processos do conhcimento

A busca do conhecimento deve ser uma constante trajetória de vida do ser humano, fato este comprovado desde o nosso nascimento até o fim de nossa existência.
Quando nascemos precisamos aprender a respirar, chorar, sorrir, gesticular, sugar o leite materno, enfim colocar o nosso organismo em pleno funcionamento para que tenhamos vida.
A cada dia um novo aprendizado, que se transforma em hábitos para que tenhamos uma boa saúde, educação, postura, conduta e formação do caráter, como homem ou mulher de bem.
A todo dia algo novo é acrescentado em nossas vidas.
Cada momento de alegria ou de tristeza em nossas vidas acrescentam mais um
conhecimento.
O texto abordado em sala de aula, fez citação  a várias possibilidades  do conhecimento,  dentre eles o pragmatismo,  onde concordamos  através de nossos objetivos práticos,  naquilo que provar ser útil  e benéfico  para a conduta prática. Um exemplo disso ocorre em nossa vida acadêmica,  onde só  fazemos as atividades propostas se tiver alguma pontuação  envolvida, caso contrário  fica esquecido em nosso subconsciente.
Tendo em vista também  a origem do conhecimento observamos em todos estes aprendizados que adquirimos ao longo de nossa vida,  desde o andar,  correr, conversar,  que a experiência  é  a única fonte do conhecimento  humano.  Se não colocado em prática,  nunca será  aprendido.  Um bebê ao conseguir andar tem que ter a experiência  de engatinhar,  cair, se arranhar, até  conseguir se equilibrar normalmente. Logo,  denominamos estas práticas como empirismo, portanto,  a consciência  cognoscente não  retira seus conteúdos  da razão,  mas exclusivamente da experiência.

Ediely Loureiro
Luan Gomes

O conhecimento e sua origem

Desde os primórdios da filosofia as questões acerca do conhecimento propriamente dito são constantemente levantadas. O que é o conhecimento? Como desenvolvemos o conhecimento? O Conhecimento realmente existe? Diversas são as indagações a respeito e portanto algumas correntes de pensamento foram criadas afim de que se possa obter um maior aprofundamento no assunto. Essas linhas de pensamento, desenvolvidas por importantes filósofos, são o dogmatismo, o ceticismo, o subjetivismo e realismo, o pragmatismo e o criticismo. Muitas dessas correntes contradizem as outras mas trazem importantes questões que devem ser levantadas, principalmente de forma subjetiva.
Qual seria a linha de conhecimentos que nós aceitamos como verdade? Seríamos dogmáticos ao ponto de não questionar uma verdade como sendo absoluta? Ou céticos ao simplesmente negar que exista uma verdade? Poderíamos ser relativistas quando consideramos o tempo e espaço para formar nossas opiniões como por exemplo ao imaginar que algo considerado absurdo nos dias atuais, eram outrora normais. Será que poderíamos então ser subjetivistas e exprimir nossos julgamentos apenas aos nossos gostos peculiares? Muitos consideram que somos na grande maioria pragmáticos, onde pensamos da forma mais simples e objetiva possível, sempre buscando e realizado atividades com algum tipo de interesse particular. Seria essa a resposta do conhecimento? Ou poderíamos estar ligados ao criticismo e determinarmos que existe um limite para o conhecimento humano?
Independente da corrente filofica que se pretenda tomar para si como a que mais se aproxima de seus ideais, seguramente podemos afirmar que essas duvidas irão permanecer e serão discutidas por todo o curso da humanidade.

Henrique Targueta

Jonata Goroncio Delfim

Filosofia do Conhecimento

O texto nos fás refletir, será que sabemos a origem do conhecimento? O que é? Qual a sua possibilidade? A sua verdadeira essência? O termo conhecimento ele é bastante amplo onde expõe diversas discussão e diversas formas de cada um expor o seu conhecimento da maneira em que ver.  Aí podemos discutir sobre a origem do conhecimento, onde temos três pontos, o primeiro é o Racionalismo onde diz, que o conhecimento nasce pelo pensamento; o segundo tem o Empirismo onde o conhecimento nasce pela experiência vivida, o conhecimento vem pela experiência ou procede de um pensamento? Qual desses dois são mais importantes e mais decisivo? Não podemos separa- lá por podemos conecta- lá e o terceiro temos o Intelectualismo onde o conhecimento precisa do Racionalismo e Empirismo, precisamos dos dois o Racionalismo se não fosse pelas pessoas que pensaram não teríamos uma vida mais fácil dos dias de hoje porque se ainda tá difícil para alguns imagina antigamente, o Empirismo serve para o nosso crescimento e nosso dia a dia e nossa formação como cidadãos então precisamos dos dois no nosso dia a dia. Podemos falar sobre a possibilidade do conhecimento de como buscar, de como achar ele poríamos falar do dogmatismo, Ceticismo, Subjetivismo e Relativismo, Pragmatismo e Criticismo que são possibilidades de nossos pessoas, nós estudantes sempre puxamos mais para o lado do Pragmatismo que é sempre eu faço quando se dá uma troca para eu buscar o conhecimento e queremos uns pontinhos em troca disso, deveríamos sem um pouco mais criticismo e dar mais crítica para o  nosso conhecimento, buscar mais, pergunta mais. Uma das coisas que podemos deparar é a nossa eleição, até alguns anos atrás 90% dos brasileiros votavam sem saber nada sobre quem eles estavam elegendo, creio que hoje diminuiu isso, hoje a pessoa tem um pouco do Criticismo mais a maioria está com um julgamento crítico desse governo e o descaso com os outros mais ainda existem o Céticos e Dogmáticos, uns nunca admitirão que estão errados e os outros não tem argumentos.
Hudson Alves Machado
Vinicius Fornaciari

Compreendendo o Conhecimento

  O termo conhecimento aborda diversas formas que engloba discussão ao seu respeito. Na qual convêm muitas pesquisas e tempo para compreendê-la. Sendo assim, existe várias maneiras de se compreender as coisas que percorre ao nosso derredor. Para tanto, como lidar com essas multiplicidades de se entender as coisas, o conhecimento por si só daria tal resposta? Será que é de uma hora pra outra que convêm essas informações? Basta cautela para se adquirir e chegar ao ponto ideal das informações.
  Na medida em que o texto discorre sobre as hipóteses (diversas formas de se refletir) do conhecimento, nos faz questionar sobre essas formas de se entender o conhecimento, para tanto faz necessário dedicação e muito esforços, para tais análises. Entretanto, a possibilidade do conhecimento por dogmatismo em sua visão errônea não seria um problema o conhecimento. Porém, seria uma situação favorável pensar dessa forma? Isso em sim, já não seria um problema para o conhecimento?
  Mas também, vem outros modos que levantam situações do conhecimento. Como por exemplo, o conhecimento em si já não se baseia na verdade da realidade? Ou será que tudo gira em torno da incerteza? Bom mesmo é quando nos cabe conhecer o que acreditamos o que seja tal expectativa do conhecimento, pois se eu aprendo sobre tal assunto, não estaria eu adquirindo conhecimento do real saber?
  No entanto, correlacionando com o conhecimento e escola, eis a questão: como o aluno adquire o conhecimento? Encima disso, a vários equívocos que nos permeiam mediante nossa realidade de ensino/conhecimento.


Jéssica Ribeiro
Juliana Rocha

Buscando a origem do conhecimento.

O texto abordado em sala é bastante amplo e expõe diversas formas de onde provém e como é formado o conhecimento, experenciando várias possíveis explicações para cada uma das suposições disposta, até por que não ha uma verdade absoluta sobre as origens, e por isso, as diversificadas versões, aguçam a curiosidade e questionamento de quem esta lendo, sobre qual é a verdadeira ou a que se encaixa melhor no entendimento pessoal de cada indivíduo. Também chama a atenção é a questão de como o ser humano adquire o conhecimento, e qual a justificativa e explicação desse processo, e a partir dessas dúvidas, há também várias hipóteses, com intuito de conceituar e decifrar como esse procedimento é posto em prática. Há cinco conceitos diferentes, que são: Dogmatismo, Ceticismo, Subjetivismo e Relativismo, Pragmatismo e Criticismo, que são vertentes, obviamente diferentes uma da outra, pois são ideias completamente diferentes, desde que o conhecimento advém da experiência/vivência naquele meio, até que não se deve questionar o que proposto, é aquilo e não se devem fazer perguntas, simplesmente aceitar os fatos, e outro também que incentiva que se deve perguntar sim, pois a pergunta é fundamental, o famoso “por quê?”, pois não devemos nos satisfazer com apenas uma versão daquilo, e sim procurar saber mais sobre, não se fazer omisso perante aquilo, pois são as perguntas que movem o mundo. E até mesmo essa questão de fazermos questionar, é o objetivo de todo ensino, desde o básico até o superior, com o objetivo de nos tornar cidadãos críticos sobre a sociedade, sempre questionar, duvidar e pesquisar mais sobre, e nos livrar um pouca da falácia que é muito comum, atualmente. 

Acad: Ailton Silva
          Jocélio Silva 
          Willian Fernandes