sábado, 13 de junho de 2015

PÓS-MODERNO (café com prosa)

O conceito de pós-modernidade tornou-se nos últimos anos, um dos mais discutidos nas questões relativas à arte, à literatura ou à teoria social, mas a noção de pós-modernidade reúne rede de conceitos e modelos de pensamento em “pós”, dentre os quais podemos elencar alguns: sociedade pós-industrial, pós-estruturalismo, pós-fordismo, pós-comunismo, pós-marxismo, pós-hierárquico, pós-liberalismo, pós-imperialismo, pós-urbano, pós-capitalismo. A pós-modernidade coloca-se também em relação com o feminismo, a ecologia, o ambiente, a religião, a planificação, o espaço, o marketing, a administração.

O pós-moderno, como sugere o termo, indica um estado temporal posterior à modernidade e implica em transformações nos diversos âmbitos sociais e do pensamento, por isso mesmo e, principalmente, no que concerne a este trabalho, sugere transformações no âmbito da área da informação. Essas mudanças específicas verificam-se com o advento da automação da informação, ou seja, a emergência da informática e do ciberespaço.

A pós-modernidade, por outro lado, estuda os aspectos sociais, tais como, a cultura do consumo, o niilismo, a desdiferenciação do real, a crise de identidade, a performatividade do sistema social, o sincretismo, a fragmentação, o pluralismo, entre outros. Não obstante, o autor reconhece que a distinção é frágil, dada a impossibilidade de desenredar o sistema cultural do social, por mais didática que essa distinção possa ser.

Para Lyon (1998) o pós-moderno, de forma geral, abarca o esgotamento da modernidade, entretanto, o autor faz a distinção entre pós-modernismo e pós-modernidade, sendo que a ênfase do primeiro recai sobre fenômenos culturais e intelectuais e do segundo sobre fenômenos sociais. Dessa forma, o pós-modernismo questiona aspectos básicos do Iluminismo, o colapso das hierarquias de conhecimento, o interesse pelo local em lugar do universal, a substituição do livro pela TV ou regime de signos imagéticos, a migração do discurso para a representação.

Hudson Alves Machado

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Construtivismo e Progressismo Paródia



O construtivismo é inspirado nas ideias do suiço Jean Piaget, o método procura instigar a curiosidade, já que o aluno é levado a encontrar as respostas a partir de seus próprios conhecimentos e de sua interação com a realidade e com os colegas. O construtivismo propõe que o aluno participe ativamente do próprio aprendizado, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estímulo, a dúvida e o desenvolvimento do raciocínio, entre outros procedimentos. A partir de sua ação, vai estabelecendo as propriedades dos objetos e construindo as características do mundo. O método enfatiza a importância do erro não como tropeço, mas como um trampolim na rota da aprendizagem. A teoria condena a rigidez nos procedimentos de ensino, as avaliações padronizadas e a utilização de material didático demasiadamente estranho ao universo pessoal do aluno.
Já a linha progressista tem-se manifestado em três tendências: a libertadora, a libertária e a crítico social dos conteúdos que, diferentemente das anteriores, acentua a primazia dos conteúdos no seu confronto cor as realidades sociais.
As versões libertadora e libertária têm em comum o antiautoritarismo, a valorização da experiência vivida como base da relação educativa e a ideia de auto gestão pedagógica. Em função disso, dão mais valor ao processo de aprendizagem grupal (participação em discussões, assembleias, votações) do que aos conteúdos de ensino. Como decorrência, a prática educativa somente faz sentido numa prática social junto ao povo, razão pela qual preferem as modalidades de educação popular não formal.
E por fim a tendência da pedagogia critico social de conteúdos propõe uma síntese superadora das pedagogias tradicional e renovada, valorizando a ação pedagógica enquanto inserida na prática social concreta. Entende a escola como mediação entre o individual e o social, exercendo aí a articulação entre a transmissão dos conteúdos e a assimilação ativa por parte de um aluno concreto, inserido num contexto de relações sociais; dessa articulação resulta o saber criticamente reelaborado.

Ediely Loureiro
Luan Gomes

quarta-feira, 10 de junho de 2015

PÓS-MODERNO E A EDUCAÇÃO (CAFÉ COM PROSA)
Falando do Pós-modernismo que ocorre na década de 1930, tendo influência do surgimento dentro do âmbito da arte moderna. Que pra falar deste assunto, tem uma suma importância discutir um pouco sobre o Iluminismo. Sendo que no Iluminismo todos nasce com a luz da razão, ou seja, de forma igual.

Diferente da idade média que discute de forma oposta, na qual se a pessoa nasce em classe social, ela consegue ter classe, caso contrário, isso não seria possível. Portanto isso se trata da desigualdade humana, onde se manifesta de forma desagradável no meio social. Porém para cada comunidade tem seu modo de cria uma narrativa que vão fabricar o mundo, ou seja, para cada comunidade tem sua verdade com relação ao mundo que se constitui, isso nada mais é que os “jogos de linguagem” estruturando o mundo de uma maneira diferente.

O pós-moderno na década de 1980, todas as interpretações e as regras do passado são validas para cada etnia e para diversos campos do conhecimento. Com isso, começa então surgir discussões entre autores sobre criticas e defesas do Pós-moderno.

As teorizações e as pesquisas em diversos campos das ciências sociais e humanas nesses últimos anos influenciados no campo da educação junto com o Pós-modernismo. Tendo em vista que neste momento ouve a “virada linguística” na qual recebe influencia do Pós-Modernismo dentre outros, para assim poder ter leques de se pensar e analisar sobre determinado assunto de forma mais amplo e crítico.

Após estabelecer forças nas pesquisas, esse movimento teórico dos estudos pós-críticos, visa o sujeito de forma brutal e sem importância alguma, exatamente por vê-lo sem autonomia e sem se preocuparem com as comprovações do mesmo. Problematizando assim as promessas modernas de liberdade dentre outras composições onde envolve e favorece o determinado sujeito.

Entretanto o pós-modernismo onde a pedagogia não diferencia a cultura erudita da cultura popular, sendo assim aproveitar as diversas linhas de pensamento que ambas possuem e estabelecer no cotidiano escolar e da sala de aula.  Contudo na educação devemos levar em conta as diversidades culturais que neste espaço riquíssimo chamado escola possui, onde assim devemos respeitar as diversidades que nela se encontra.

Jéssica R. F. Rasseli  

domingo, 7 de junho de 2015

Pós-Modernismo e a Educação (Café com Prosa)

O Pós-modernismo marca o fim da pedagogia crítica e o começo da pedagogia pós-crítica. Essas correntes combinadas influenciaram a chamada 'virada linguística', expressam-se naquilo que se convencionou chamar de 'teorias  pós-críticas'.
Nesse sentido de pós-crítico, todos jogos de linguagens possuem sua verdade legitimada pelo seu grupo de criação. Tudo que se fala é verdadeiro. Não haveria um lugar no qual pudéssemos fazer a crítica, pois seria uma crítica contra outra crítica. Sendo assim, não haveria porque um grupo criticar outro grupo porque ambos são verdadeiros. Por isso a ideia de "Pós". O exercício de criticar seria usar sua lógica tentando se sobrepor a lógica do outro, é esse o significado da expressão "Pós-crítico."
A realidade não é desvendada, é fabricada pelo seu próprio grupo.
A perspectiva pós-moderna de pedagogia compromete-se a não diferenciar cultura erudita de cultura popular, privilegiar o cotidiano escolar e da sala de aula, conceber as identidades e a subjetividades co mo diluídas. Vinculada à questão da linguagem da linguagem, a filosofia da educação ganha novos papéis, como analisar as regras da linguagem, reescrever o mundo a partir de novos vocabulários, linguagens e metáforas. Em termos de concepção de ciência, essas diversas teorizações trazem para a educação uma rejeição ao realismo. Desse modo, a verdade perde seu valor, e se torna uma interpretação. Só existe a verdade interna a uma posto de vista histórico particular (verdade é convenção contextual).
Se toda linguagem é contextual, a crítica seria então, apenas mais um discurso vinculado a determinado contexto e que carrega as distorções da linguagem.
A verdade é particularidade. A verdade é um conversão que cada grupo social irá estabelecer.
Esse movimento favorece a injustiça, pois nenhuma verdade é absoluta, dentro dessa perspectiva, existem verdade que são favorecidas, ou seja, quem tem um maior poder é privilegiado ao contrário de quem tem menos conhecimento.
Dentro de uma perspectiva pós-moderna: "TODA TEORIA TEM CONSEQUÊNCIAS."


Letícia Lopes





Pós-Moderno

 O pós-modernismo  pode ser definido como as características de natureza sócio-cultural e estética, que marcam o capitalismo da era contemporânea. A expressão pós-modernismo expressão aparece no âmbito da arte na década de 1930, e sua migração de uma categoria estética para o capo filosófico e histórico da especialmente, no final dos anos 70. 
 O Pós-Modernismo surgiu com a desconstrução de princípios, conceitos e sistemas construídos na modernidade, nele defende a ideia de que, todos os conhecimentos são relatos/narrativas, que não precisa de comprovação, são autolegitimadores, portanto são equivalentes, são “jogos de linguagem” que não tem a intenção de dizer o que é realidade. Mas já que a verdade no pós-modernismo é completamente relativizada como existira justiça?  Creio que Seria complicado entender como qualquer opinião possa esta errada ou qualquer pratica injusta.
 Em minha opinião o pós-modernismo não passa de mais um pensamento no qual tem o interesse de causar o caos entre os humanos, vendo pelo lado de que se a igualdade de verdade fosse igual para todos, não haveria certo e o errado, o que causaria um stress no homem vendo que o mesmo já nasce competitivo por instinto.

Ivani Dias
O pós-modernismo engloba características de natureza sócio-cultural e estética, que evidenciam o capitalismo da era contemporânea, esta expressão pode designar todas as profundas modificações que se desenrolam nas esferas científica, artística e social, dos anos 50 até os dias atuais.
Este movimento também é conhecido como de pós-industrial ou financeiro, prevalece conhecido mundialmente desde o fim do Modernismo. Ele é, sem dúvida, caracterizado pela avalanche recente de inovações tecnológicas, pela subversão dos meios de comunicação e da informática, com a crescente influência do universo virtual, e pelo desmedido apelo consumista que seduz o homem pós-moderno.
Alguns pesquisadores, como o francês Jean-François Lyotard, consideram que a Ciência perdeu muito de seu crédito como geradora da verdade absoluta, portanto este processo contemporâneo é qualificado igualmente como o sepulcro de todas as justificativas e assertivas imperativas. Nada mais é certo, tudo é relativo e impreciso. Já o marxista Fredric Jameson crê que este período histórico nada mais é que a terceira etapa do capitalismo.


                        Jocelio Silva do Rozario
           Graduando em Educação Física 
Escola de Ensino Superior São Francisco de Assis - ESFA 
                          (27) 9 9804-2512

sábado, 6 de junho de 2015

Discurso Pós-Moderno
Teria surgido no âmbito da Arte no ano de 1930, teve uma migração de uma categoria estética para a filosofia no final dos anos de 1970. Seu surgimento foi basicamente foi uma conseqüências das noções marxistas e comunistas.

Dessa o Pós- Modernismo pode ser encarado por muitos autores como um conceito guarda chuva, em que diversas idéias e contrastes de idéias podem facilmente ser analisadas e embutidas nesse discurso.

Podem ser considerados Pós-Modernos determinado estilo arquitetônico ou certos movimentos e expressões artísticas, produções na área da filosofia.

Diante de tantos pensamentos e fatos que o perpassam esse discurso entra no campo da educação junto com o Pós-Estruturalismo, que influenciou nas pesquisas tanto sociais e humanas, visando neste momento se teve a virada lingüística, que podem ser considerada formas Pós Modernas de se visar ou se pensar em algo.

Ao ganhar ênfase nas pesquisas, essa corrente de pensamento começa a visar o subjetivo como algo sem comprovação, e destinando assim o subjetivo a ser sem importância e qualquer pesquisa, produções eram sem efetividade, porém tais pesquisas tiveram uma alta crítica, pois eliminava também a conscientização, justiça democracia entre outros.


Dessa forma pensar em Pós Modernismo é ter em mente um acervo de pensamentos distintos, mas claros, que dentro da Educação não podem ser renegados, pois como a educação essa linha de pensamento teve êxito ao lidar com as diferenças.

Jean Chagas