domingo, 7 de junho de 2015

O pós-modernismo engloba características de natureza sócio-cultural e estética, que evidenciam o capitalismo da era contemporânea, esta expressão pode designar todas as profundas modificações que se desenrolam nas esferas científica, artística e social, dos anos 50 até os dias atuais.
Este movimento também é conhecido como de pós-industrial ou financeiro, prevalece conhecido mundialmente desde o fim do Modernismo. Ele é, sem dúvida, caracterizado pela avalanche recente de inovações tecnológicas, pela subversão dos meios de comunicação e da informática, com a crescente influência do universo virtual, e pelo desmedido apelo consumista que seduz o homem pós-moderno.
Alguns pesquisadores, como o francês Jean-François Lyotard, consideram que a Ciência perdeu muito de seu crédito como geradora da verdade absoluta, portanto este processo contemporâneo é qualificado igualmente como o sepulcro de todas as justificativas e assertivas imperativas. Nada mais é certo, tudo é relativo e impreciso. Já o marxista Fredric Jameson crê que este período histórico nada mais é que a terceira etapa do capitalismo.


                        Jocelio Silva do Rozario
           Graduando em Educação Física 
Escola de Ensino Superior São Francisco de Assis - ESFA 
                          (27) 9 9804-2512

sábado, 6 de junho de 2015

Discurso Pós-Moderno
Teria surgido no âmbito da Arte no ano de 1930, teve uma migração de uma categoria estética para a filosofia no final dos anos de 1970. Seu surgimento foi basicamente foi uma conseqüências das noções marxistas e comunistas.

Dessa o Pós- Modernismo pode ser encarado por muitos autores como um conceito guarda chuva, em que diversas idéias e contrastes de idéias podem facilmente ser analisadas e embutidas nesse discurso.

Podem ser considerados Pós-Modernos determinado estilo arquitetônico ou certos movimentos e expressões artísticas, produções na área da filosofia.

Diante de tantos pensamentos e fatos que o perpassam esse discurso entra no campo da educação junto com o Pós-Estruturalismo, que influenciou nas pesquisas tanto sociais e humanas, visando neste momento se teve a virada lingüística, que podem ser considerada formas Pós Modernas de se visar ou se pensar em algo.

Ao ganhar ênfase nas pesquisas, essa corrente de pensamento começa a visar o subjetivo como algo sem comprovação, e destinando assim o subjetivo a ser sem importância e qualquer pesquisa, produções eram sem efetividade, porém tais pesquisas tiveram uma alta crítica, pois eliminava também a conscientização, justiça democracia entre outros.


Dessa forma pensar em Pós Modernismo é ter em mente um acervo de pensamentos distintos, mas claros, que dentro da Educação não podem ser renegados, pois como a educação essa linha de pensamento teve êxito ao lidar com as diferenças.

Jean Chagas

Crítica Pós-modernista.


O pós-modernismo é uma expressão que surgiu no âmbito da arte na década de 1930. Mas ouve uma migração da categoria estética para o campo filosófico, e histórico no final dos anos de 1970, tendo um intervalo em torno de um de quarenta anos para que esse termo pós-modernismo, não ficasse mais centrado somente no campo da arte, e ganhasse uma categoria filosófica histórica, tendo um marco, um livro chamado, “o pós-moderno”  publicado por Jean-François Lyotard, filosofo francês, dando o pontapé inicial ao pós moderno.
De todo os pressupostos sobre discutidos, um dos pontos mais interessantes, seria a questão da verdade absoluta. Ou seja, nenhuma verdade é absoluta, destacando então os jogos e linguagens, os arranjos linguísticos. Cada grupo, comunidade, sociedade, tem as sua narrativa criando o seu mundo, a sua linguagem, que o diferencia do outro. Sendo assim considerados os “jogos de linguagens” e são esses jogos que constroem o mundo. Diante disso se podem ter várias interpretações de acordo com cada grupo, e assim cada um tem a sua própria verdade, a sua particularidade, considerando todas verdades. Nenhum grupo se sobressai sobre o outro, todas as interpretações são válidas e são legítimas, porque todos os grupos constroem as suas regras e manifestações culturais. Havendo um relativismo e uma pluralização não só de mundos, mas como também de linguagens. Essa é a máxima do pós-moderno, que foram se disseminando até chegar ao campo da filosofia.
Contudo, analisando o pós-modernismo de forma geral. Tendo em vista todos os pontos que os constroem, principalmente nos dias de hoje, torna-se extremamente difícil se posicionar como um pós-modernista. Tornando uma questão de extremo respeito, pois aceitar a verdade do “outro” como total e absoluta, não é tarefa fácil. A aceitação do contrario, mais difícil ainda.

Nonimar Fernandes e Vagner Luis.

Pós-modernismo (Café com proza)

O pós-moderno, aponta um estado temporal posterior à modernidade e envolve transformações em diversas áreas sociais e do pensamento, e principalmente na área da informação. São mudanças que especificam o início da automação da informação, ou seja, a emergência da informática. As temporalidades não acontecem de formas claras, de modo que as realidades coexistem sendo a nova temporalidade um fator de tornar mais complexo às pragmáticas já existentes, ou seja, à organização do conhecimento.

O cenário pós moderno é informático. Nele surge cada vez mais os estudos e as pesquisas sobre a linguagem, com o objetivo de conhecer a funcionalidade da sua produção e de impor compatibilidades entre linguagem e máquina informática. Nesta visão, surge também a ideia de informatizar a sociedade, e informação traz conhecimento.


Mas a pós-modernidade estuda também os aspectos sociais, como por exemplo, a cultura do consumo, a crise de identidade, o sincretismo, a fragmentação, o pluralismo, dentre outros. A propósito, a grande discussão que se tem em volta do pós-modernismo, se dá a questão da realidade, ou da falta de realidade ou ainda, da multiplicidade de realidades que há em volta desse tema. 

Bruno Cabidelli

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Ainda sobre o Liberalismo, Positivismo e Pragmatismo

Os temas de nossa paródia são temas completamente diferentes, ouvimos muito falar sobre eles no cotidiano, mas nunca se fazem questionamentos sobre seus reais conceitos.
O liberalismo está associado por privilegiar e centrar suas análises no âmbito da política, junto com as esferas econômicas e sociais. Na economia defende a propriedade e iniciativa privada, assim como auto-regulação econômica através do mercado. Não interferindo na questão econômica, apenas dando o direito a propriedade privada. A questão é, será certo seguir o liberalismo onde se produz mundos e lucros, mas também desigualdades? A economia hoje está sujeita a ‘’quem ganha mais’’. O político só existe hoje para seguir a economia, e tomar o poder. A crise é, por conseguinte.
O positivismo caracteriza-se pela confiança inabalável nas ciências, só é verdade aquilo que é explicado pela experiência e observação. A ideologia positivista é a forma pela qual a humanidade alcança um estado sublime, livre de crenças, religiosidade e senso comum, entre outros. Mas essa ideologia cai no erro ao excluir outras formas de conhecimento, por exemplo, o senso comum, que também é relevante e de suma importância no processo de conhecimento. Se as perguntas do senso comum tendem a virar ciência, por que o excluir e afirmar que apenas o conhecimento cientifico é a única forma de desenvolvimento humano?  Tanto a ciência como o senso comum são importantes no processo de conhecimento.
E por último, a concepção pragmatista que vê o ensino como algo totalmente ligado ao mundo empresarial, de dotar crianças desde o ensino primário de requisitos profissionais para enfrentarem uma vida com competência, são ensinos voltados para o desenvolvimento nacional. Crianças crescem estudando, fazem faculdade, são contratadas em empresas que possuem um rigoroso planejamento, visando apenas à produtividade e ao imediatismo. Mas e o idealismo? E os recursos humanos? Será que é só a produtividade que faz o país crescer? E os longos semestres de faculdade, de nada lhe serviram? Afinal, somos apenas objetos de mão de obra? Boa reflexão!

Estéfane H. Krause

Isabele Ohneszorge

quarta-feira, 3 de junho de 2015

DIANTE DE UMA REALIDADE CULTURAL (CAFÉ COM PROSA)

O movimento pós-moderno remete ao conhecimento produzido como sendo equivalente em todos os sentidos, inclui assim, a virada linguística como movimento filosófico do século XX, centrado na linguagem. Diante disso, toda linguagem contextual está sujeita a mudanças de acordo com cada interesse, pois a verdade está relacionada aos tipos de crenças ou culturas. Nesse sentido, o discurso/linguagem se torna coerente para ambas, fazendo com que o critério de avaliação objetive a legitimidade. Dessa forma, seria possível contextualizar verdade através da linguagem sem incluir os princípios morais e éticos do cidadão?
Existem questões de crenças e dogmas, em algumas tribos indígenas, que foram adotadas em sua cultura. Algumas etnias acreditam que gêmeos representam o bem e o mal e, desta forma um viria para fazer o bem e o outro para amaldiçoar a tribo, assim, por não saber quem é quem, encerram com a vida de ambos. Outras creem que só os bichos podem ter mais de um filho de uma só vez, diminuindo o homem a condição de animal, ou seja, irracional. Se a verdade e a justiça se entrelaçam e não há justiça quando a verdade é completamente relativizada, como é possível aceitar a prática do infanticídio dentro das tribos e dizer que é cultural? Não se esta pretendendo dizer que os indígenas não podem cultuar suas crendices, nem que eles abandonem suas origens, o que se pretende é uma solução para esse tipo de caso, que possuem crenças morais conflitantes, sem que seja preciso interferir na preservação de suas culturas.
O “relativismo cultural” fere o direito à vida. O Brasil, por exemplo, condena a mutilação genital de mulheres na África, mas permite a violação dos direitos humanos nas aldeias. Deve haver um retorno ao sentimento, à explosão religiosa e a um novo comportamento diante do mundo, do outro, de si mesmo e de Deus. Em poucas palavras, do “moderno” nasce a “modernidade” e esta foi transformada em “pós-modernidade”. É um tempo de mudança, de deixar morrer o tradicional, de abandonar o velho e abraçar o novo, de quebrar paradigmas e estabelecer novas formas de vida e valores. É tempo de ser diferente, de inventar diferenças e conviver pacificamente com o diferente.
“É difícil entender como qualquer opinião possa ser errada ou qualquer prática, injusta”. Nanda.

                                                                                              Por Rosicléa Mattos


  TEORIAS SOCIALISTAS

São teorias que buscaram desde o final do século XVIII a junção da sociedade como bem comum, em compensação ao princípio liberal do individualismo. Os primeiros socialistas foram identificados  por Marx como "socialistas utópicos" (Fourrier, Saint Simon, Bentham, Morus), por que consideravam a superação da desigualdade pela mudança da concepção de mundo e das entendimento políticas. Os socialistas baseados pelo materialismo histórico começaram a perceber como princípio de justiça coletiva as mudanças que deveriam ser operadas na forma de produção material que afetariam as noções de propriedade, de trabalho e de igualdade.

TEORIAS CRITICO-REPRODUTIVISTAS

Começou por meio educacional brasileiro através das idéias de muitos autores,  como Althusser (1974), Bernstein (1977), Bourdieu e Passeron (1975) entre outros. A ideia divulgada por esses autores tem como preocupação central a problemática das escolas serem um meio onde se reproduzem as relações de poder atual na sociedade. Assim a escola mostra comum reflexo da sociedade capitalista. Um espaço cultural  onde os alunos são selecionados e treinados para um  bom desempenho no trabalho. Com isso as causas do fracasso escolar, que antes eram procuradas fora do sistema escolar, agora se voltam para um enfoque onde os fatores intra-escolares sobressaem como causadores desse fracasso.

Juliana Zanetti