sábado, 27 de junho de 2015

Educação Física na Escola

Ultimamente a Educação Física na escola é vista como uma disciplina complementar, como se fosse menos importante do que Matemática, História ou Língua Portuguesa. isso tem culpa dos próprios professores, que não procuraram se atualizar, e fazer a diferença no meio escolar, assim quebrando esse preconceito que acaba manchando a história da Educação Física.

Infelizmente muitos professores, ainda dando uma bola aos alunos para que eles joguem futebol, vôlei, enfim, ou o que acharem melhor, e faz a imagem do professor de educação física ser a aquele rola bola, aquele professor que não da aula é aquele que deixa o aluno fazer o que quiser na sua aula. Muitos professores que não se preocupa em motivar os alunos. Não planejam as aulas e não tem um objetivo ou finalidade pré-determinada da aula. A educação física não se resume a correr, brincar, jogar bola, fazer ginástica.

O professor tem de inovar e diversificar, pois o campo de trabalho envolve muitas atividades que podem ser trabalhadas com os alunos como jogos, competições, dança, música, teatro, expressão corporal, práticas de aptidão física, jogos de mímica, gincanas, leituras de textos, trabalhos escritos e práticos, dinâmica em grupo, uso de tv, dvd, etc. O campo é muito amplo. Basta o professor ser responsável, querer trabalhar, querer trazer algo novo nos seus planos de aula, ter seriedade e muita criatividade.

Num primeiro ângulo é a existência prática, na qual o sujeito se dirige à natureza física, seu primeiro ambiente natural, e estabelece uma relação de troca e apropriações fundamental para sua sobrevivência. Por fazer parte da natureza, impõe-se um permanente intercâmbio com esta para repor elementos físicos de seu organismo. 
Num segundo ângulo, o agir humano refere-se ao seu semelhante. A esfera social é o outro ambiente com o qual precisa continuamente interagir para sobreviver como membro do grupo. Num terceiro ângulo, a ação humana relaciona-se com outro ambiente, igualmente imprescindível, formado pelas referências da sua subjetividade: a cultura simbólica, universo no qual também se desdobra a sua existência (Severino, 2002, p. 47).

A Educação Física tem uma vantagem em cima das outras disciplinas, ela têm: o poder de adequação do conteúdo ao grupo social em que será trabalhada, isso permite uma liberdade de trabalho, bem como uma liberdade de avaliação do grupo e do indivíduo, por parte do professor que pode ser bastante benéfica ao processo geral educacional do aluno.

Hudson Alves Machado

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Café com Prosa, uma reflexão.


Algumas tendências pós modernas presente na atual cultura, principalmente

em alguns setores da humanidade e das ciências sociais, questiona a

possibilidade de uma verdade objetiva, independente de outros pontos de vista.

Dentro desse contexto podemos dar ênfase no relativismo, onde a verdade é

múltipla e depende do ponto de vista do sujeito ou do contexto em que é

formulada. Assim, todas as afirmações, sejam científicas, filosóficas, religiosas,

etc., seriam diferentes "narrativas", que deveriam ser compreendidas em seus

respectivos contextos históricos, culturais e lingüísticos, pois apenas revelariam

os preconceitos culturais de diferentes narradores. Os critérios de verdade,

dizem-nos, são relativos às diferentes práticas e culturas e não há qualquer juiz

ou padrão de racionalidade imparcial e superior capaz de avaliar essas

diferentes narrativas.

Penso que esse relativismo pós moderno não é apenas incoerente, mas

também têm conseqüências absurdas, verdadeiros contra-sensos que não

condizem com a realidade. Uma afirmação fatual não pode ser considerada

verdadeira ou falsa apenas dentro de certo sistema de crenças particular. Se

por um lado é necessário certo “relativismo” no procedimento do antropólogo

que estuda o papel de diferentes costumes em várias culturas, disso não se

segue um relativismo cognitivo que afirma ser a verdade apenas uma questão

de diferentes práticas culturais, de diferentes maneiras de “conhecer o mundo”.

A filosofia não tem o caráter empírico da física e sim um caráter conceitual,

mas também é diferente da matemática, por não dispor de métodos formais de

demonstração e por se ocupar de problemas diferentes. O que interessa saber

é que somente nesse sentido a idéia de que haveria diferentes "critérios" para

diferentes atividades intelectuais pode ser entendida de maneira razoável, pois

do contrário teremos que admitir um relativismo metodológico inaceitável, que é

típico do discurso pós-moderno e suas conseqüências absurdas.



Henrique Targueta

quarta-feira, 24 de junho de 2015


Café com Prosa


No dia 23 de maio de 2015, nós acadêmicos do 3º período de Educação Física, juntamente com os acadêmicos do 5º período,fomos brindados com uma palestra riquíssima em conhecimentos que serão de fundamental importância para a nossa formação. O evento foi realizado em um ambiente agradável e aconchegante, o que tornou o assunto muito mais interessante.
Os palestrantes foram Drª  Sandra Della fonte e Drº Robson Loureiro. O assunto proposto foi o pós- modernismo que surgiu no ano de 1930 no âmbito da arte. Pós- modernismo é definido como expressão cientifica,artísticas e sociais, com inicio na década de 50, até os dias de hoje, mas teve a sua mudança do âmbito da estética para o campo filosófico e histórico a partir dos anos 70 com Jean François.

 Foi um assunto bastante pertinente, sabemos que não existe uma verdade absoluta,que com o decorrer que o tempo passa, as coisas mudam. Outro momento bastante importante foi quando os palestrantes abriram para perguntas,onde nós discentes podemos tirar as nossas duvidas em relação ao assunto proposto. Um ponto que chamou bastante atenção foi que os palestrantes sempre tentavam levar a palestra em alguns momentos com brincadeiras, para tentar nos distrair, e nos deixar sempre focados no assunto.
Acad: Vagner Luiz Ferreira

terça-feira, 23 de junho de 2015

Pós-modernismo e a educação

Vivemos, atualmente, em uma sociedade extremamente carente. Não uma carência afetiva, efetivamente; mas uma carência de saber e de conhecimento, o que leva a uma carência de argumentos. O maior desafio do profissional educador hoje é justamente a falta de argumentação por parte do aluno, em que este simplesmente acata o que é dito sem argumentar e às vezes até mesmo sem compreender e o não compreender gera um acúmulo de desinformação que cada vez mais obrigam o aluno a simplesmente acatar, já que não possui conhecimento para argumentar.
O imediatismo que está cada vez mais impregnado na sociedade não permite que as reflexões filosóficas necessárias sejam feitas para garantir um saber fundado. A oportunidade de um encontro filosófico entre pessoas que serão responsáveis pela propagação do conhecimento é de extrema relevância para formação de profissionais empenhados em garantir um futuro diferente, onde o conhecimento e o saber sistematizados serão a chave para a transformação.

Stevison Cometti

segunda-feira, 22 de junho de 2015

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

Atualmente há muitos embates e debates sobre qual a função da  educação física na escola, e isso de certa forma, se deve principalmente pela atitude muitos professores que não cumprem seu devido papel perante a sua disciplina, muitos nem mesmo realizam planos de aula, apenas chegam na escola literalmente de “mão abanando” e saem da mesma forma, e inibem seu verdadeiro papel pedagógico, que é formar alunos auto críticos e conhecedores minimamente da cultura corporal.
No âmbito filosófico se discute muito também sobre a educação física na escola, há vários críticos que são a favor da saída da disciplina  que esta na área de códigos e linguagens, alegando sua ineficácia e irrelevância na escola, mas será mesmo que é irrelevante ? não devemos generalizar, pois apesar de ser grande o numero de professores inaptos a dar aula, há uma boa parte de professores com cede de mudança e que estão realmente preocupados na formação de seu aluno.
Os filósofos sempre indicam a importância da cultura corporal do movimento, e a sua difusão na escola, evidenciando diversas formas de se trabalhar e um pouco de suas vertentes principais, evidenciando muito bem a questão do corpo e da mente, o conflito que há entre esses conceitos de separação do mesmo, que enriquece cada vez mais a área, e cada vez mais pensadores a refletir sobre questões nesse âmbito acadêmico.

Jocélio Silva

Café com Prosa

O café com prosa que contou com a ilustre presença da Drª Sandra Della Fonte que é da área pedagógica da Educação Física e Drº Robson Loureiro que é da área da filosofia  como palestrantes, e que abordou a temática do discurso pós- moderno ou também conhecido como período pós-industrial, e teve seu surgimento  no ano de 1930, originalmente no âmbito da arte  e vem acontecendo desde o fim do modernismo. O pós moderno é definido como uma expressão usada para designar todas as bruscas mudanças nas vertentes científicas, artísticas e sociais desde a década de 50 até nos dias de hoje. Teve sua mudança do âmbito da estética para o campo filosófico e histórico, que se deu a partir dos anos 70, com Jean François Lyotard.


Permearam-se diversificados assuntos no decorrer da conversa, incluindo todo um contexto histórico da filosofia, com pensamentos filosóficos, evidenciando sua origem e objetivos inclusos nos diferentes ideais. Citaram especificamente com uma ênfase as características do pós modernismo correlacionando com fatos sociais, como a questão da verdade absoluta, que ela existe, mas sem sempre ela é adequada a determinado gênero, pois hoje em dia vivemos em um mundo moderno, onde a tecnologia vem cada vez mais evoluindo, onde conteúdos estão cada vez mais acessíveis a boa parte das pessoas, e esse número tende a crescer constantemente, e as pesquisas vem com cada vez mais aprofundadas e com mais informações que podem adentrar em outros rumos, então esse conhecimento poder ser ultrapassado ou atualizado, portanto poucas coisas são realmente verdades absolutas, e isso evidencia muito bem a realidade do pós modernismo, pois busca sempre uma nova verdade, sempre se atualizando conforme o tempo, e abordando diferentes pontos de vistas sobre determinadas coisas, sempre objetivando alcançar o novo. 

Acad Jocélio Silva do Rozario

SOBRE A EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

Muito se sabe sobre a educação física na escola, e no campo filosófico muito se discute sobre o mesmo, tanto se fala dela em linhas gerais como, somente nas escolas e também nas instituições de ensino superior, local de onde sai o futuro professor que tem que estar preparado para as variedades e pluralidades que serão encontradas nesse ambiente chamado escola.

No que diz respeito a Educação Física, essa discussão vai para o lado da difusão de ideias, onde autores e filósofos renomados falam do assunto, discutindo no âmbito do conhecimento,e falando com propriedade sobre cultura corporal do movimento, e falando de suas diversas teorias, trabalhando com olhar crítico voltado para a sociedade e relação com o outro de modo que venhamos compreender de forma sistematizada e completa.

E de imenso valor todo o aprendizado conquistado ao longo dessa disciplina, que nos fez conhecer mais sobre essa realidade de modo a compreender tudo o que diz respeito a corpo e mente, onde um é o espelho do outro e trabalham em perfeita harmonia, com influencia de uma Educação Física renovadora e que faça realmente sentido para a criança, de modo que venha a somar e constituir um cidadão crítico.


Willian Fernandes.