sexta-feira, 8 de maio de 2015

Falando um pouco sobre os Filósofos: Deleuze, Merleau e Dufrenne.


De acordo com os pensamentos de Deleuze ''a filosofia é criação de conceito'' .  A sua filosofia vai de encontro à psicanálise, nomeadamente a freudiana, sua filosofia é considerada como uma filosofia de desejo com a crítica radical do complexo de Édipo, para ele o ofício de um filósofo é criar conceito, tendo influencia de vários autores em suas obras, de acordo com Deleuze, ''Filosofar é passear com um saco, e ao encontrar alguma coisa que sirva pegar. ''
De acordo as primeiras obras de Merleau, ele procura dialogar com outras obras de autores famosos. Ele tem o pensamento que quando o ser humano se depara com algo que se apresenta diante de sua consciência, primeiro nota e percebe esse objeto em total harmonia com sua forma, a partir de sua consciência e passa a ser um fenómeno, segundo Merleau, ''O artista é aquele fixa e torna acessível aos demais humanos o espetáculo que participa sem perceber.''
E para encerrar, Drene era um filósofo que, tinha pensamentos voltados para estética fenomenológica, e abrange a estrutura da obra de arte e palestras relacionadas aos mesmos, mas também nas paisagens e nas coisas, e ele seguia algumas vertentes como a do metafísico e tinha pensamentos voltados a uma filosofia ateísta, dentre outras coisas, tendo uma de suas frases marcantes, ''O belo não é uma ideia ou um modelo. É uma qualidade presente em certos objetos - sempre singulares - que nos são dados a percepção. '' 

Acadêmicos: Ailton Silva
                     Jocelio Silva
                     Willian Fernandes

DUFRENNE, MERLEAU PONTY, DELEUZE...

Os pensadores dessa semana são muito críticos, e em suas filosofias há algumas semelhanças, suas obras, conceitos e percepção de mundo ajudaram e ajudam a entender, analisar e criticar a forma de ver o mundo e suas sociedades.

Para Deleuze a filosofia é a criação de conceitos, em que tudo o que é experimentado ou vivido terá um conceito a ser formulado, mas alerta a importância da prudência nessas experimentações. Ele caracteriza o ser humano como “Máquinas Pensantes” e “corpo-sem-órgãos”, que na tentativa da experimentação e da vivência busca seu significado.

A filosofia de Merleau está ligada a fenomenologia, que em síntese seria o ser humano se deparar diante de um objeto, dessa forma sua percepção irá trabalhar na tentativa de internalizá-lo, quando está em sua consciência este passa a ser um fenômeno. Desta forma tendo a assimilação esse objeto pode ser modificado, e quando é feito será novamente um fenômeno. Assim para Merleau esses conceitos serão a base de sua filosofia no modo de entender a ver o mundo.

Dufrenne em sua Filosofia está ligado principalmente a estética da arte, que em sua pergunta “O que é arte?”, destina um pensamento sobre fenomenologia e idealismo. A filosofia estética destinaria também a crítica acerca das obras de arte, percebendo a diferença do artista e do espectador em suas formas de perceber e entender a arte.

Esses três filósofos em seus tempos foram importantes formadores de opiniões e conceitos, e dessa forma instalando sua relevância na sociedade.

Bruno Cabidelli

Jean Chagas

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Deleuze, Dufrenne e Ponty

Para Deleuze a filosofia não está em um nível mais elevado que os outros saberes, e, realmente por que estaria? De certa forma, filósofos, cientistas, artistas, engenheiros e administradores não são todos pensadores? Se assim for, então o pensamento não é exclusivo da filosofia. A filosofia pode então, criar pensamentos e a partir daí os conceitos, mas nada indica que outros também não o possam fazer. Palavras podem possuir diferentes significados dependendo da forma como são empregadas. Para um cientista, a substância pode ser algo químico, porém para um filósofo pode ser algo que se esvaece. Assim, para Deleuze “filosofar é passear com um saco e, ao encontrar alguma coisa que sirva, pegar”.
Ainda falando sobre conceitos, podemos incluir Dufrenne como mais um filósofo criador destes. Ao contrário de Deleuze, Dufrenne conceitua temas como razão e emoção, focando na sensibilidade poética. O grande problema é como reconhecer se a poesia é racional ou emocional? Até porque a razão também tem algo de sensível, não é? E a estética do sensível ou não, onde fica em meio a tantos conceitos?
Já para Ponty, a “esfera humana” é um “intermundo”, onde deve haver uma significação para as coisas, uma explicação para tudo, seja para a história, para os símbolos e também para a verdade, mas será que realmente existe essa explicação para tudo? Não bastaria apenas captar o que nos cerca e a partir daí tirar nossas próprias conclusões?

O que se sabe, é que dessas concepções podemos e devemos aprender a ter um novo olhar sobre o universo que nos cerca, apurar nossos sentidos para aquilo que realmente nos traga algo de bom e puro, este sim, é o verdadeiro conceito da vida e “a verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo”.

Estéfane H. Krause
Isabele Ohneszorge

sábado, 2 de maio de 2015

Hegel, Kant e Marx...

A filosofia de Kant é baseada na razão, da qual segundo ele possui uma espécie de lente que dá sentido ao que percebemos. A razão produz recortes da realidade assim como câmera fotográfica. Infinitas coisas estão acontecendo ao redor, mas só fixa, enquadra, emoldura, aquela pequena parte da realidade. Não é possível conhecer tudo, apenas o que é captado pela nossa percepção. Já Hegel destaca o entendimento da realidade como Espirito. Significa pensar a realidade como processo, como movimento, e não somente como coisa. E para Marx, as coisas são desprovidas de sentido, adquirindo significado por meio da razão.

Carla Lais
Stéfany 

Filosofia Contemporânea.

Diante dos autores estudados essa semana, cremos que as ideia ficaram bem claras, pensadores com diferenças e divergências, o que os fazem críticos, marcantes e de grande influência na Filosofia contemporânea. 
Dentre os três pensadores, compactuamos, melhor com kant, que com sua genialidade da época vê que existe duas formas de se pensar ao seu ver. Destaca os pensamentos Racionalistas que confiam na lógica, no raciocínio e o Empirismo, que se baseiam nas experiências e nas observações dessas experiências. Então eu decidiu, juntar esses dois pensamentos e formular um novo conceito de ciência, uma ciência mais amadurecida, que junta teoria e a prática, a experiência e a lógica.  
 Porém se pararmos pra pensar, Marx também tem grande importância com sua percepção sobre o capitalismo, que nos dias de hoje é o grande causador das diferenças sociais no mundo. Marx explicita, uma nova maneira de enxergar a sociedade, centrando num mundo concreto, tentando interpretar não pelas ideias, mas pela matéria, diz que é preciso pensar a sociedade a partir da sua base material, da sua base econômica, da sua infraestrutura, que essas relações é que vão determinar todas as outras relações dentro de uma sociedade formando uma superestrutura, que seria a religião, as relações de poder... A cultura, os valores, tudo isso será determinado. Mas será que o material é quem vai realmente determinar o que somos?
Filosofia, é uma explosão de ideais, que compactuam umas com as outras e ao mesmo tempo divergem. 
Hegel, diz que não é bem assim... Frisa a consciência humana, tanto que consciência humana é o que chama de espírito. Então apenas propõe um estudo da consciência, E é neste ponto o que nos faz refletir, pois como ele discorre, que  se pensarmos bem, a consciência ela não nasce pronta. Ela vai se desenvolvendo ao longo do tempo. Ela que dá significado a tudo que existe ao nosso redor. E cremos ser de total razão o pensamento. Uma criança por exemplo, não nasce com pensamentos formados, sonhos traçados, objetivos definidos. É com tempo, com a socialização, vivência em sociedade que se faz a sua consciência, seu caráter, personalidade, características que serão levadas para a vida.
Contudo, é se vê a importância de cada pensamento para evolução humana, Um completando o outros, ou até mesmo na discordância, acrescenta para o crescimento e evolução da espécie.

Nonimar Fernandes e Vagner Luís. 

Hegel, Kant e Marx

Para Immanuel Kant, a moral se impõe ao homem como uma força universal, uma necessidade interna que exige bondade, boa vontade e boas ações. Essa força, segundo Kant, é o que estrutura o homem. Dessa maneira a existência dessa força interna por si só era uma prova da existência de mundo, de alma e de Deus. Mas a existência dessa força interna que nos exige boas ações prova de fato a existência de Deus? Ou simplesmente incita a complexidade da natureza humana?

Georg Wilhelm Friedrich Hegel dizia que o estudo da consciência humana é algo que deve ser buscado sempre, era um grande incentivador da busca pela verdade e isso deveria ser feito de forma continua e que a consciência era fruto da interação entre a experiência e a interpretação da mesma. Analisando este contexto seria sensato dizer que o pensamento de Hegel sustenta o ateísmo?


Karl Heinrich Marx é considerado por muitos o maior filósofo da era moderna, e Hegel e Kant foram de certa forma os precursores dos pensamentos de Marx, porém Marx discordava em alguns aspectos, enquanto para Hegel a realidade faz a filosofia, para Marx a filosofia tem que incidir sobre a realidade, além disso, Marx também era um crítico radical do sistema capitalista. O mundo moderno se afundou no sistema capitalista e, segundo Marx, sucumbirá pelo mesmo. Se buscássemos mais a verdade sobre as interpretações de nossas experiências esse futuro poderia ser de fato revertido? Boa Reflexão.

                                          
   
                               
                                                                      Por: Rosicléa Mattos e Stevison Cometti



Algumas das principais ideias dos grandes pensadores Karl Marx, Friedrich Hegel e Immanuel Kant

Em sua obra "O que é o Iluminismo?", Kant sintetiza à possibilidade do homem seguir sua própria razão, no processo de ilustração, o qual seria ao mesmo tempo, a saída do homem de sua menoridade, definida como a incapacidade do homem de fazer us do seu próprio entendimento, ou seja, o fato de não ousar pensar, por motivos de covardia e a preguiça, principais motivos do permanecimento humano na menoridade. 
Hegel diz que, nada de grande se realizou no mundo sem paixão, ao dizer isso, podemos pensar em todas as grandes coisas já realizadas na sociedade, todas descobertas. Necessitou-se de pessoas que não permaneceram na menoridade, como dizia Kant, mas de pessoas que ousassem a buscar novos conhecimentos. 
Para Marx, não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência. O caráter de um homem não é definido por seus valores ou ações, mas sim pelo poder aquisitivo que ele tem. 


Natiele Nascimento de Souza